quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Celebrar Natal em família e comunidade!

http://encontrocomcristo.com.br/
   Depois do primeiro Natal, a humanidade não foi mais a mesma. A encarnação do Verbo divino na criança visitada por pastores de ovelhas e por renomados reis do Oriente provocou mudança de atitude em pessoas, grupos, organizações. Inaugurou um jeito diferente de praticar o amor e renovou a fé no Deus misericordioso.
   E a cada ano acontece Natal! É nova oportunidade de se encontrar com a mensagem que emana dos muitos presépios montados com devoção e carinho em lares e comunidades cristãs: Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador, Príncipe da Paz, vem ao encontro das pessoas. É Deus que, por amor a você, a mim, a todos, vem e se coloca no meio de nós no menino Jesus deitado na manjedoura.
   Natal é a festa da reconciliação de Deus com suas criaturas.
   Por tudo isso Natal deve ser celebrado com alegria e devoção, na reunião de familiares e amigos, no culto em comunidade, na escola, com bonitas canções e mensagens recheadas com valores do evangelho.
   Para celebrar o Natal é preciso tempo e dedicação. Reúna meditações, contos, jograis, trabalhos manuais, receitas, orações.
                                                   
                                                               Feliz Natal!!
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v. 6).



Texto extraído do Livro Celebrar Natal em família e comunidade, contra-capa
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Celebrar Natal

Que Natal estranho!
Este é um tempo festejado ano após ano; o Natal não deixa de pôr seus acentos. A gente o vê em toda parte. Comemora quem crê. E também festeja quem não crê. E convém que assim seja. Afinal, Deus está conosco no Natal. A gente se alegra com esta maravilha que é nosso Deus. Não é mera idéia. Nem é alguma ilusão. E muito menos um tipo de construção. Ele é presença entre nós.
Tudo isso é muito concreto. Tem data e local. Acontece em Belém, na manjedoura, em torno de um menino. Assim aparece a amizade de Deus por nós: concreta, palpável. Vale a pena comemorar tamanha amizade, tão maravilhoso aconchego de Deus em nossa vida. O que, aliás, vale para crentes e descrentes. Mas por falar em manjedoura, que estranho! Parece não caber no quarto. Por isso os presépios tanto a enfeitam. Embelezam sua feiúra. Escondem seu mau cheiro. De todo jeito, foi na manjedoura que floriu a amizade de Deus. Estranho!
E Herodes não gostou. Mandou procurar o menino. Pediu que fosse denunciado seu paradeiro. E para apanhá-lo, mandou logo matar duas mil crianças que corriam pelas ruas de Belém. Herodes, este chefe todo-poderoso, não se agradou dessa amizade de Deus. É que Deus vem a nós de jeito estranho, inesperado. Faz-se rodear por gente que nem parece ser, por esses tipos que vivem junto às manjedouras e aos lixos do mundo. Começa por convidar pastores de ovelhas, gente difamada e malvista. Convoca doentes e doidos. Felicita empobrecidos. E tudo fica às avessas.
Estava tudo tão claro e ordenado. Uns no poder e outros excluídos de tudo. Herodes lá no palácio. E os demais cá na miséria. Todos já se haviam acostumado. Davam-no como aceito, normal, quase natural. E Deus põe tudo às avessas. Não vai ao palácio, para nascer por lá. Vem pela manjedoura, rodeado de gente desfigurada, com cara e cheiro dos porões de humanidade.

Que Natal estranho!



Texto extraído do Livro Celebrar Natal em família e comunidade, P.70
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Natal é doação

http://www.guamareemdia.com/?p=17450
   Todos nós gostamos de falar do Natal como quem acaricia uma emoção. Ele aparece em nosso coração feito prece. É um assunto de berço. Até crianças falariam super bem do Natal, porque o Natal cresce na boca das crianças.
   Todos falariam das figuras humanas que compõem o cenário natalino: um menininho, sua mãe Maria, seu pai José, os pastores e os reis magos: Baltasar, Gaspar, Melchior.
   Todos falariam do encantamento das asas e das vozes dos anjos cantando “Glória a Deus nas alturas e paz na terra às pessoas de boa vontade”.
   Todos falariam da cristianização dos animais que a tradição recolheu na gruta para celebrar aquela noite: a vaquinha, o burrico, as ovelhas dos pastores, talvez alguma ave doméstica (com certeza o galo do João Cabral para tecer aquele manhã universal mais luminosa que as outras).
   Todos falariam das luzes, das estrelas, das palhas da manjedoura e muitos outros símbolos que a piedade cristã introduziu: pinheirinhos, presépios, luzes, velas, guirlandas, neves, trenós etc.
   Todos falariam da alegria de ver a família reunida trocando abraços e presentes, na confirmação da amizade mais viva.
   Pois, eu vou falar de alguém que nunca é mencionado quando se fala do Natal: o homem que negou hospedagem a José e Maria. Julgo que se chamava Caifaz. Digo que foi homem, e não mulher, porque, se fosse mulher, certamente ela acharia, em seu coração, um cantinho de ternura maternal.
http://blog.cancaonova.com
   Poderíamos achar muitas desculpas para inocentá-lo. Poderia ser viúvo, por exemplo, ou separado. Não, separado não. Acho que não havia essas fragmentações na época. Poderíamos dizer que estivesse mal-humorado, cansado por ter trabalhado muito naquele dia. Poderíamos, até, aceitar que tenha dito que não havia lugar por engano. Mas esqueceu que sempre sobrariam seus próprios aposentos, se quisesse.
   É essa opção egoísta que eu denuncio. Essa escancarada falta de doação. O que ele fez foi exatamente o contrário do que faria o Menino de Belém, doando-se à humanidade, naquela noite de Natal, sem ter escolhido um lugar predeterminado, para que essa escolha fosse o lugar de todos. Só quem vive com o coração aberto para os outros é capaz de achar lugar para Deus.


Texto extraído do livro Celebrar Natal em Família, P 66 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Deus, me escutas

http://pedrinhhosiqueira.blogspot.com.br
Deus, tu estás me escutando?
Não posso te ver.
Não posso te tocar.
Nem sei o que estás fazendo  neste momento.
Disseram-me que sou importante para ti.
Na minha confirmação, confessei minha fé em ti.
Confesso-te que preciso de um amigo, um amigo poderoso, que me compreenda, que não exija demais de mim, que não zangue quando cometo erros.
Tu sabes que às vezes tenho medo, medo dos estudos, medo do futuro e de não conseguir uma boa profissão, medo da guerra e das horrorosas armas de destruição em massa.
Por favor, não me deixes sozinho com meu medo.
Deixa-me perceber que tu estás aqui.
Obrigado por teres me escutado!

Texto extraído do Livro presente Deus te Abençoe P.12
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http://www.editorasinodal.com.br/produto/91199/deus-te-abencoe

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Família & Internet

     Desafios educativos familiares e as novas tecnologias
http://cronicasdofrank.blogspot.com.br

   Embora a vivência da maternidade e da paternidade seja acompanhada de muitos momentos prazerosos, de encantamento e realização, ser pai ou mãe não é uma tarefa fácil. Há ainda quem diga que ser mãe ''é padecer no paraíso''. A verdade é que as crianças não vêm acompanhadas de um manual de instruções, e pais e mães são tomados constantemente por muitas dúvidas quanto à forma de educar seus filhos. Essa tarefa se torna um desafio ainda maior se considerarmos a rápida evolução de nossa sociedade, o excesso de informações que recebemos e as transformações constantes no mundo em que vivemos. Para pais que nasceram na época da TV em preto e branco e dos telefones de parede, é num tempo em que a velocidade é o que define a comunicação, a educação e até mesmo as relações entre as pessoas. A própria linguagem se modifica, absorvendo a nova realidade, e assim passamos a viver num mundo de blogs, chats, e-books, torpedos e muitas senhas. Se não é fácil viver neste mundo atual, caracterizado por mudanças, globalização, virtualidade e muitos outros processos bastante complexos e que exigem de todos nós uma constante atualização, mais difícil ainda é educar filhos nesta sociedade em transformação permanente.
http://www.wsiconsultores.com.br/
   Muitos pais tentam alcançar um modelo perfeito me educação, nunca encontrado, pois se sabe que ser pai ou mãe significa experimentar, errar, refazer, buscar novas opções, refletir e tentar acertar constantemente. Ou seja, o percurso para atingir o sucesso nas funções parentais é construído a cada dia e não há uma linearidade ou um modelo correto de educação, tão frequentemente procurado por pais e educadores. A educação dos filhos é algo bastante complexo e dinâmico, por isso uma mesma forma de educar pode não ser adequada para uma ou mais situação, pois depende de características dos próprios pais, dos filhos, do contexto em que estão inseridos e das características do momento em que vivem.

Texto extraído do livro Família & Internet, p. 33
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pai, Filho e Espírito Santo

   Porque assim como o Pai é chamado Criador; o Filho, Redentor; assim o Espírito Santo, em razão de sua obra, deve chamar-se Santo ou Santificador. Mas como se realiza esse santificar? Assim como o Filho obtém o domínio, pelo qual nos conquista através de seu nascimento, morte, ressurreição, da mesma forma o Espírito Santo efetua a santificação por intermédio da congregação dos santos ou igreja cristã, do perdão dos pecados, da ressurreição da carne e da vida eterna. Primeiro nos conduz à sua santa congregação e nos põe no seio da igreja, pela qual nos prega e leva a Cristo.
   Porque nem tu nem eu jamais poderíamos saber algo a respeito de Cristo ou crer nele e conseguir que seja nosso Senhor se o Espírito não no-lo oferecesse e presenteasse ao coração pela pregação do evangelho. A obra foi feita e está completada; pois Cristo nos obteve e conquistou o tesouro. Se, porém, a obra ficasse oculta, de forma que ninguém soubesse dela, seria vã e perdida. Ora, para que esse tesouro não ficasse sepulto, mas fosse aplicado e fruído, Deus enviou e fez proclamar a Palavra e nela nos deu o Espírito Santo, a fim de fazer-nos ver tal tesouro e redenção e torná-lo propriedade nossa. 



Texto extraído do livro Martin Lutero: Discípulo- testemunha- reformador
P.14

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Somos batizados

http://www.brujasweb.com
   A água é o elemento do qual se origina a vida. Mas a água não é um elemento em que um ser humano consiga viver. Ela é um símbolo tanto da vida quanto da morte. Quem cair na água
morrerá se ninguém o tirar dela. A água reproduz o que aguarda um ser humano que ingressa neste mundo: Ele passa a viver. A vida não será sem medo e sofrimento, e o ser humano pode sucumbir
nela. De maneira alguma poderá escapar de se tornar culpado, e talvez toda a sua vida se arruíne por causa dessa culpa. Ele tem, em todos os casos, a morte diante de si, mas essa será
definitiva se alguém, por assim dizer, não o tirar dela.
   Antigamente isso ficava mais claro, quando ainda se mergulhavam as crianças totalmente na água, até o fundo das velhas pedras batismais profundamente escavadas. Essas pedras batismais
representavam, como se fossem a metade inferior de uma esfera, a metade inferior do mundo, em que o sofrimento, a culpa e a morte tudo determinam. Mas, diz o Batismo, o ser humano é puxado
para fora de seu sofrimento, de sua culpa e de sua morte – para uma outra vida. 
   O Batismo diz algo sobre o começo de uma vida. Ele diz: Você vem de uma origem que tem sua causa na ação criadora de Deus. Por isso diz-se: Eu te batizo em nome do “Pai”, que criou o
mundo e que deu a você a vida. Você não é, portanto, apenas o/a filho/a de dois seres humanos. O Pai de tudo que vive reconhece você como seu filho ou sua filha. Você não pode cair fora dessa
origem, independentemente do resto que acontecer em sua vida. Ninguém pode tirar sua dignidade humana, que lhe foi entregue juntamente com essa origem. Portanto o Batismo também pode
ser compreendido como o sacramento de uma adoção, de uma pertença ao Deus paternal e maternal. Você perderá seus pais algum dia, mas sua pertença ao Deus que o/a criou permanecerá. 


Texto extraído do livro  Quem crê pode confiar, p.49
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Não tenha medo, tenha fé

http://robsoncoaching.wordpress.com
    Para nossos medos, ou qualquer outra coisa que venha a se tornar uma carga que oprime e sufoca, devemos lembrar que temos quem venha acalmar as tempestades. E dele ouvimos o mesmo conselho, como o fez a Jairo, quando este pedia pela cura de sua filha: “Não tenha medo; tenha fé” (Marcos 5.36).
   Pesquisadores da Bíblia afirmam que o conselho “Não tenha medo” aparece 365 vezes nos textos sagrados – uma recomendação para cada dia do ano. O medo há de surgir de vez em quando em nossa vida, e é bom que tenhamos uma determinada dose de medo, isso serve como defesa. Mas ele não pode nos acovardar ou assumir o comando de nossa vida. Afinal, Jesus também promete: “Não vou deixá-los abandonados” (João 14.18). E mais, promete interceder junto ao Pai para que este nos dê “outro Auxiliador, o Espírito da verdade, para ficar com vocês para sempre” (João 14.16). É a esperança que só tem quem está mergulhado no mistério da fé – fé na presença do Mistério. Sentindo-nos amparados, o sofrimento pode até derrubar, mas não podemos cair mais fundo do que nas mãos do Pai.
   Ter fé é poder crer apesar do próprio medo, jogar a rede mesmo que já tenha tentado outras muitas vezes.
   Quem se ocupa por demais em sofrer, em cultivar suas dores e sofrimentos, torna-se chato como um disco de vinil riscado – não tocará nunca toda a música que seria capaz de tocar. Imagine que alguém esteja ouvindo a Nona Sinfonia de Beethoven] e, por causa de um disco ou CD riscados, reclame o tempo todo de como essa música é chata. Está ouvindo só fragmentos mal colocados de uma linda composição.
   Deus não põe cargas. Quando a vida ou nós mesmos nos colocamos cargas, é Deus quem as alivia e carrega conosco.


Texto extraído do Livro Quando a vida dói P. 78 à 81.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O sentido da vida

http://noticias.universia.com.br
  Duvido que um médico possa responder a essa questão em termos genéricos. Isso porque o sentido da vida difere de pessoa para pessoa, de um dia para outro, de uma hora para outra. O que importa, por conseguinte, não é o sentido da vida de um modo geral, mas antes o sentido específico da vida de uma pessoa em dado momento.           Formular essa questão em termos gerais seria comparável a perguntar a um campeão de xadrez: “Diga-me, mestre, qual o melhor lance do mundo?” Simplesmente não existe algo como o melhor lance ou um bom lance à parte de uma situação específica num jogo e da personalidade peculiar do adversário. O mesmo é válido para a existência humana. Não se deveria procurar um sentido abstrato da vida. Cada qual tem sua própria vocação ou missão específica na vida; cada um precisa executar uma tarefa concreta, que está a exigir realização. Nisso a pessoa não pode ser substituída, nem pode sua vida ser repetida. Assim, a tarefa de cada um é tão singular como a sua oportunidade específica de levá-la a cabo.
   Uma vez que cada situação na vida constitui um desafio para a pessoa e lhe apresenta um problema para resolver  pode-se, a rigor, inverter a questão pelo sentido da vida. Em última análise, a pessoa não deveria perguntar qual o sentido da sua vida, mas antes deve reconhecer que é ela que está sendo indagada. Em suma, cada pessoa é questionada pela vida; e ela somente pode responder à vida respondendo por sua própria vida; à vida ela somente pode responder sendo responsável. 


Texto extraído do Livro Em busca de sentido. P. 133

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Oração é troca

http://www.akpool.de
   Oração é troca entre humano e Deus. Martim Lutero já aconselha: ''Ore como se tudo dependesse de Deus, aja como se tudo dependesse de você''. É um bom conselho!
  Na capela Keble do Colégio de Oxford, no Reino Unido, há o original da pintura de Holman Hunt intitulada A Luz do Mundo. A pintura apresenta Cristo segurando uma lanterna e batendo numa porta fechada, sem trinco para o lado de fora. O artista deixa um precioso recado nessa delicada pintura: se o trinco da porta está do lado de dentro, somente quem estiver dentro da casa tem o poder de abri-lá, deixando a vida entrar. Para que a vida habite em mim é preciso que encontre um espaço aberto em mim para que possa entrar.
    A oração é esse momento em que portas são destrancadas e janelas escancaradas para que um novo vento possa soprar ali. Para que mofos e ranços possam ser removidas e cheiros novos encontrem lugar.
  A preocupação da gente e a graça de Deus tocam-se na oração – quando céu e terra se encontram. É quando o ser humano se dá conta que sozinho consegue somente ir até um determinado ponto do caminho, mas com Deus vai muito mais longe. Então é capaz de clamar com o salmista: “ E se tenho a ti, que mais poderia querer na terra?” (Salmo 73.25).
http://ibmproseuchomai.blogspot.com.br
     Quando sentimos vontade de orar é porque estamos com saudades. Assim, na Santa Ceia – no pão e no vinho – alimentamos-nos da ausência sempre presente de Cristo. Ele mesmo recomendou que o fizéssemos em sua memoria. Quer dizer que celebrar a comunhão na Santa Ceia é um jeito de matar  a saudade.
     Oração é estar só sem estar. É pena que nós ocidentais, como descreve Frei Betto, tenhamos tanta “dificuldade de orar devido  ao nosso racionalismo. Em geral, ficamos na soleira da porta, entregues à oração que se apoia nos sentidos (músicas, dança, mirar vitrais ou paisagens, etc.) ou na razão (fórmulas, leituras, reflexões, etc.). Orar é entrar em relação de amor”. Uma relação de amor pressupõe conversa, assim como Martim Lutero conversa com Deus:

Vê, Senhor, eu sou um vaso vazio,

que carece ser enchido.
Enche-me, meu Senhor.
Sou fraco na fé, fortalece-me,
Sou frio no amor, aquece-me,
faze meu coração arder para que
meu amor transborde,
envolvendo o meu próximo.
Em minha carência só há pecado;
em ti, Senhor,
há plenitude de justiça.
Por isso permaneço contigo.
A ti não preciso dar.
De ti posso receber.
 
Texto extraído do Livro Quando a vida dói, Confiança nos momento de angústia. P. 63 e 64


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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Os animais também têm direitos

http://mamamesunny.blogspot.com.br
  Estamos acostumados a falar dos direitos inalienáveis da pessoa, como, por exemplo, o direito à vida, à liberdade, à educação e ao lazer. Pouco falamos, todavia, de direitos dos animais. Para muitos, o assunto é até estranho. As ideias, filosofias e teologias centradas nas pessoas e, atualmente, no indivíduo são construídas sobre o pressuposto de que tudo o que existe pode ser utilizado em benefício dos seres humanos: sua preservação, seu aprimoramento e progresso, seu bem-estar, sua felicidade, seu poder. Essa visão utilitarista não admite direitos próprios dos animais. Essa, no entanto, não pode ser a visão da comunidade cristã. A Bíblia contém textos muito antigos, que advogam a necessidade de os humanos respeitarem os direitos básicos dos animais.
http://dogmidia.blogspot.com.br
   Os animais são especialmente mencionados também no mandamento do descanso semanal: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro” (Deuteronômio 5.13s; cf. Êxodo 23.12; 20.10). É fácil imaginar que os chefes de família observavam o descanso semanal, mas não permitiam que membros dependentes da família gozassem do mesmo direito. Por isso tornou-se necessária a menção explícita dos membros da família com direitos reduzidos: filhos, servos e estrangeiros. O que mais chama a atenção é que também os animais domésticos são mencionados como merecedores de descanso semanal. Sem o descanso não há vida plena nem digna – também para os animais domésticos.
http://www.obviorelativo.com
   Há textos que mostram sensibilidade para com animais atormentados ou maltratados. Em Deuteronômio 22.4, temos um desses casos: “Se vires o jumento ou o boi do teu irmão caído no caminho, não te desviarás deles. Ajuda teu irmão a levantá-lo!”. Aparentemente, às vezes, bois e jumentos tinham que carregar cargas tão pesadas, que não aguentavam o peso e desabavam. Aquele que presenciar uma cena dessas não deve furtar-se a auxiliar a recolocar o animal em pé. Através desse gesto presta-se um auxílio ao animal e a seu proprietário.


Texto extraído do livro Espiritualidade e compromisso, p. 48 e 49

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 http://www.editorasinodal.com.br/produto.php?id=148

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Homens e mulheres

http://www.infomoney.com.br
   Homens e mulheres percebem e vivenciam a aposentadoria de forma diferente. Conhecer essas diferenças facilita a adaptação a essa nova etapa da vida, uma vez que, ao se aposentar, o casal, em geral, já está sozinho. Mesmo que os filhos ainda morem em casa, eles têm suas próprias vidas: faculdade, trabalho, grupo de amigos e namoro. Assim, o casal volta a ser só ele.
   Em geral, as mulheres têm maior capacidade de adaptação a novas situações do que os homens. Isso porque ao longo da vida cumprem mais papéis no dia a dia, o que lhes dá maior flexibilidade. Além de profissionais, as mulheres seguem sendo mães e donas de casa. Muitas também têm hobbies, passatempos e atividades manuais que gostam de realizar. Já os homens são mais focados na carreira profissional e no trabalho. Essa realidade vem mudando, mas os impactos dessa mudança ainda não estão sendo sentidos entre aqueles que se aposentam hoje. Essas mudanças começarão a aparecer daqui a 15 ou 20 anos, quando os profissionais, hoje na faixa dos 40 a 50 anos, se aposentarem.
http://www.opequenoinvestidor.com.br
   O fato é que os homens que se aposentam hoje vieram de uma sociedade em mudança, já não tão machista, mas ainda pouco envolvida com a casa e os filhos. Homens ainda eram exigidos pela família e pela sociedade como o pilar de sustentação financeira. A mulher tinha um salário menor que não impactava tanto na renda familiar. Por isso era a mulher que saía do trabalho mais cedo para levar um filho ao médico. Se ela fosse demitida por ter muitas faltas, não era tão grave. Já o homem não se permitia tanto a possibilidade de ser demitido ou de deixar de ser o pilar financeiro. Essa cultura fez com o que o homem se focasse no trabalho, perdendo oportunidades de experimentar e vivenciar atividades variadas. Não é raro encontrarmos avôs que não sabem segurar um bebê, pois poucas vezes seguraram seus próprios filhos.
   Como há tantas diferenças entre homens e mulheres na vivência da aposentadoria, esse é um momento delicado para o casal, que volta a conviver mais intensamente. Muitas vezes, esse é o momento em que enfrentarão uma crise, vão brigar por espaço em casa, por horários, por individualidade ou cobrarão um do outro mais proximidade. Mas, as crises servem para nos estruturar e nos reacomodar em novas situações. As brigas podem ser transformadas em conversas e negociação. Se o casal se ama, conseguirá se reorganizar, rever o contrato de convivência, as combinações do que fará junto e dos momentos em que cada qual fará coisas individualmente.



Texto extraído do Livro Família e pessoa idosa, reflexão e orientação, p. 21
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Dia dos Pais!

   Assim como o Dia das Mães, o Dia dos Pais foi criado para fortalecer lagos familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
   Em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais para homenagear seu próprio pai, que criara sozinho seus seis filhos após a morte da esposa. Sonora sentia orgulho de seu pai.
http://www.papeldeparede.etc.br
   O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho de 1910, aniversário do pai de Sonora. Na época, a rosa foi escolhida como símbolo do evento: as rosas vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
   No Brasil, esta data foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953. Depois, a data foi fixada para o 2o domingo de agosto.




Texto extraído do Livro presente Pai, te amo! p.2
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O mundo ainda está nas mãos de Deus

http://www.sistemampa.com.br
  Os meios de comunicação de massa modernos estão dando bastante atenção aos problemas ambientais. São noticiadas especialmente catástrofes meteorológicas em diversas partes do mundo: o aquecimento global, por exemplo, está provocando o degelo nos pólos e ciclones cada vez mais devastadores em Bangladesh. Diversos filmes catastróficos podem ser encontrados nas locadoras ou na internet: ondas gigantes que devastam uma nação, uma nova era glacial que cobre a terra, o mar que regurgita sobre os humanos todo o lixo que foi jogado nele durante séculos. Esses filmes provocam a consciência das pessoas – o que é muito bom. Mas podem também deixar a impressão de que esses fenômenos apocalípticos são apenas ficção, destinada ao entretenimento.
   Certamente não estamos vivendo nenhuma ficção. Mas estamos de certa forma, vivendo um tempo apocalíptico: os “sinais dos tempos” estão cada vez mais visíveis. Para algumas espécies de animais e vegetais, o “fim” já chegou. Muitas outras espécies estão em fase de extinção. Muitas plantas são exterminadas mesmo antes de conhecermos suas propriedades fitoterápicas. Podemos estar destruindo a cura de muitas doenças que afligem ou ainda afligirão a humanidade por causa de nossa ânsia de consumir.
http://blog.cancaonova.com
 Os sinais dos tempos representam, para a comunidade cristã, época de decisão, mas não de desespero. Importante é não perder a esperança. Sempre que o povo de Deus se considerava impotente diante dos enormes problemas que o afligiam, voltava às bases de sua fé e descobria nela a esperança de que Deus não quer a morte, mas a vida. Quando o presente mundo ameaça desabar, aflora a esperança de que Deus criará “novos céus e nova terra” (Isaías 65.17) e “fará novas todas as coisas” (Apocalipse 21.5). Deus não deixará o mundo à sua própria sorte. Ele não deixou de ser criador e mantenedor desta sua criação. A salvação prometida para a humanidade – apesar de sua culpa e fragilidade – também engloba toda a criação. O apóstolo Paulo resume essa esperança: a criação que “geme e suporta a angústia” também experimentará a salvação destinada aos que crêem (Romanos 8.18-25). Nossa salvação está intimamente ligada à salvação da criação.
   Os sinais do fim dos tempos não amedrontam nem paralisam aqueles que crêem. Pelo contrário, são estímulos para não adiar decisões urgentes e adotar posturas e atitudes compatíveis com sua fé. Conhecemos a parábola do beija-flor que tenta apagar o incêndio de uma grande floresta: ele voa até um rio, onde pega, com seu pequeno bico, um pouco de água para jogar no fogo. O elefante, consciente do esforço inútil do beija-flor, tenta dissuadi-lo, argumentando que nunca conseguirá apagar o incêndio com aquela gota de água que conseguia carregar. Ao que responde o beija-flor: “Sei que pouco vale a gota que trago, mas faço a minha parte”. Se todos os pássaros, animais e seres humanos fizerem sua parte, o incêndio pode ser debelado.

Texto extraído do Livro Espiritualidade e Compromisso, p. 54 e 55.
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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vamos orar?

Paixão

http://cantinhodoceu.wordpress.com
   Senhor, Deus, nosso Pai! Queremos agradecer-te por juntos poder aqui te chamar e ouvir. Perante ti somos todos iguais. Tu conheces a vida, o pensamento, o caminho e o coração de cada um de nós, nos mínimos e mais ocultos detalhes; diante de teus olhos não há nenhum justo, nem um único sequer. No entanto, também não esqueceste, abandonaste ou condenaste nem um único sequer entre nós. Ao contrário, amas cada um de nós; sabes o que cada um de nós precisa; queres e vais dá-lo a cada um; nada mais enxergas além das mãos vazias que estendemos a ti para enchê-las, não escassamente, mas com abundância. Pois através do sofrimento e da morte de Jesus, teu amado Filho, em graça e auxílio desmedido, tomaste o nosso lugar, tomaste para ti a nossa escuridão e o nosso lamento e libertaste-nos para poder chegar até a luz e alegrar-nos como teus filhos.
   Em nome de Jesus Cristo, pedimos-te agora que concedas a cada um de nós um pouco do teu bom e santo Espírito, para que nesta hora possamos compreender a ti e a nós mesmos – e também uns aos outros – um pouco melhor e que, assim fortalecidos e encorajados, possamos dar mais um passo adiante no caminho em que colocaste a todos nós, quer o saibamos ou não: naquele dia em que Jesus na cruz curvou sua cabeça e entregou seu espírito, e assim desde a eternidade. Amém.



Oração extraída do Livro Senhor, ouve nossa oração, p 31,32 
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vamos orar??

http://sergiofacchi.wordpress.com/
Amado Deus, por teu Santo Espírito deste a  nós diferentes dons, com os quais vivemos 
e convivemos: o dom de curar com a medicina, o dom de ensinar na escola, o dom de cuidar da casa e das crianças de outras pessoas, o dom daqueles e daquelas que deixam os jardins de nossa cidade floridos, o dom das que orientam o trânsito, o dom de fazer pão, móveis, computadores e calçados...
   A cada pessoa vocacionaste para o trabalho com os dons que concedeste.
   Dá nos também a sabedoria que vê a importância de cada profissão e que deixa espaço para trabalhar, para buscar o pão de cada dia.
 Dá que assumamos com dignidade o teu chamado para um labor honesto; assim seremos uma bênção por meio de nossa profissão.
  Por Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo.
  Amém.




Oração extraída do Livro Na passagem do tempo, p 28.
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http://www.editorasinodal.com.br/produto.php?id=192

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Aprender e brincar vol.5

   Davi era um pastor que cuidava das ovelhas do rebanho de seu pai Jessé. No campo, Davi tinha tempo para pensar em Deus. Para defender as ovelhas de animais selvagens aprendeu a lutar com lança e estilingue. Davi era do povo de Israel. O rei era Saul, que tinha um filho chamado Jônatas.
  Um dia, Davi lutou contra o gigante Golias. Nenhum soldado de Saul teve coragem de enfrentar esse gigante. Confiante na ajuda de Deus, Davi derrubou o gigante usando apenas um estilingue e uma pedra. Assim conquistou a admiração, inclusive do rei Saul e de Jônatas. Por isso foi convidado a morar no palácio.
  Davi convivia diariamente com Jônatas, e eles se tornaram grandes amigos. Até fizeram um pacto de amizade. Jônatas disse:
  Eu prometo que sempre serei seu amigo, não importa o que aconteça.
  Davi falou:
  Eu também prometo que sempre serei o seu amigo.
  Em sinal de amizade, Jônatas deu de presente a Davi sua capa, espada, arco e cinto.
  Davi, líder corajoso, participou de muitas lutas e foi promovido a comandante de exército. Tudo o que Davi fazia dava certo, pois o Senhor Deus estava com ele. Ele era admirado e amado por todos. Por isso o rei Saul começou a ter ciúmes dele e pensava: As pessoas gostam tanto de Davi que vão querer que ele seja rei em meu lugar. Com medo de Davi, Saul planejou matá-lo. Jônatas ficou sabendo dos planos do pai e avisou Davi:
   Meu amigo, é melhor você fugir e se esconder do meu pai. Espere até eu convencer o rei a deixá-lo em paz.
   Saul prometeu a seu filho que deixaria de perseguir Davi, mas não cumpriu a promessa.
    Davi fugiu. No esconderijo, recebeu a visita de Jônatas. Lá eles renovaram o pacto de amizade. E     Eles prometeram que seriam amigos para sempre.
   Depois se despediram e cada um seguiu seu rumo, pois eles temiam que o rei o matasse. Mas Deus protegeu Davi todas as vezes que Saul o perseguiu.
   Jônatas morreu numa batalha contra os filisteus. Davi ficou muito triste por perder seu melhor amigo.
História baseada em 1 Samuel 20.1-17

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Texto extraído do Livro Aprender e Brincar vol 5, p 8
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Família e pessoa idosa

http://www.correiodeuberlandia.com.br
   A vida segue seu curso normal, muitas vezes modificado pela interferência humana. A longevidade é um exemplo disso. O ser humano melhorou a estrutura sanitária, a educação para a saúde e a higiene, a tecnologia para cura e até extinção de doenças. Porém não fez parte desse pacote a preparação para a vida longeva. A sociedade de um modo geral ainda não está preparada para esse vivência.
    Estamos tendo rara oportunidade de conviver em várias gerações e podemos aproveitar ao máximo essa convivência. O caminho ainda é longo. Há muito que aprender com este novo modelo de sociedade que está se criando.
   Precisamos aprender a envelhecer. Precisamos aceitar o envelhecimento como parte da vida, as vantagens e as limitações que esse período nos traz. Precisamos parar de perder tempo correndo atrás da eterna juventude e usar mais nosso tempo para simplesmente viver bem com aqueles que amamos. E se, ao invés de perdemos uma semana de nossa vida na cama, nos recuperando de uma cirurgia plástica, aproveitássemos esse tempo para rir muito com nossos netos e encontrar nossos amigos para aquele bate-papo? O que será que nos traria mais felicidade?
  Aceitando nosso próprio envelhecimento, seremos mais capazes de cuidar de quem já está velho. Isso nos dará mais condição de nos colocar no lugar do outro e ter mais paciência para entender a impaciência de um avô ou uma avó com suas limitações. Enquanto cuidamos dos nossos pais, ensinamos nossos filhos a cuidar de nós. Enquanto vemos nossos parentes envelhecerem, aprendemos a envelhecer com coragem e dignidade. Se esses anos forem bem aproveitados, o velho e o novo podem se ajudar mutuamente a crescer. 
   O envelhecimento não significa uma decadência, e sim a sequência da vida, com suas peculiaridade e características. Não se pode eliminar a velhice, mas se pode mudar a maneira de envelhecer.



Texto extraído do Livro Família e pessoa idosa, reflexão e orientação, de Simone Burmeister,  p. 93 e 94
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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Senhor! Ouve nossa oração!

Sabes quem somos

   Deus, nosso Senhor! Sabes quem somos: pessoas de consciência limpa e outras de consciência pesada – pessoas satisfeitas e insatisfeitas, algumas confiantes, outras inseguras – cristãos por convicção e cristãos por costume – crentes, pouco crentes e descrentes.
   E sabes de onde vimos: de um círculo de familiares, conhecidos e amigos ou também de profunda solidão – de bem-estar tranquilo ou de toda forma de privações e dificuldades – de relações familiares descomplicadas ou então de relações tensas ou destruídas – do estreito círculo da comunidade cristã ou de círculos mais afastados.
   Agora, no entanto, estamos todos diante de ti: apesar de todas as diferenças, somos iguais nisto: todos, perante ti e também entre nós, agimos de forma errada – todos algum dia morreremos – todos estaríamos perdidos sem a tua graça. Mas também somos iguais à medida que a tua graça é prometida e oferecida a todos nós por meio de teu amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
   Estamos aqui reunidos, dando-te louvor ao permitir que fales a nós. Que isso venha a acontecer nesta hora, pedimos-te em nome de teu Filho, nosso Senhor. Amém.
   Amado Pai Celestial. Agradecemos-te pela eterna, viva e salvífica Palavra que por meio de Jesus falaste e continuas falando a nós. Não permitas que a escutemos de forma superficial e que sejamos preguiçosos demais para obedecer a ela. Não nos abandones, mas permanece junto a cada um de nós com o teu consolo e entre cada um de nós e nossos semelhantes com a tua paz. Permite que sempre haja um pouco mais de luz em nossos corações, nesta instituição, em nossos lares junto a nossos entes queridos, nesta cidade, em nosso país e por toda a Terra. Conheces os equívocos e as iniquidades que novamente tornam os dias de hoje tão sombrios e perigosos por toda parte. Permite, Senhor, que o frescor de um vento possa dissipar ao menos as brumas mais espessas nas cabeças daqueles que governam o mundo, assim como dos povos que permitem ser por eles governados, e principalmente nas cabeças daqueles que formam a opinião pública. E tem piedade de todos os doentes de corpo e de alma, daqueles muitos que sofrem com a vida, que por própria culpa ou por culpa de outros se perderam no caminho e estão confusos, especialmente daqueles que nessa situação não contam com o auxílio de amigos. Mostra a nossos jovens também o que são a verdadeira liberdade e a genuína alegria e faze com que os idosos e agonizantes não fiquem sem a esperança da ressurreição e da vida eterna. Tu és o primeiro a dar ouvidos às nossas aflições e és o único que pode transformá-las. Assim, somente a ti podemos e queremos erguer nossos olhos: nosso auxílio vem de ti, criador do céu e da terra. Amém.



Texto extraído do Livro Senhor! Ouve nossa oração!de Karl Barth  P. 13 e 14  
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http://www.editorasinodal.com.br/produto.php?id=559

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Liberdade para viver, Bonhoeffer para jovens.

Amor

http://www.24horasnews.com.br
Onde duas pessoas sabem tudo uma da outra, o mistério do amor entre elas ficará infinitamente grande.
E apenas nesse amor elas se entendem uma a outra,
sabem tudo uma da outra,
conhecem-se inteiramente, e, mesmo assim, quanto mais se amam e no amor uma sabe da outra,
tanto mais profundamente reconhecem o mistério de seu amor.
Portanto o saber não elimina o mistério,aprofunda-o.
Que a outra pessoa me é tão próxima,
esse é o maior mistério.




Texto extraído do Livro Liberdade para viver,  Dietrich Bonhoeffer para jovens, P 15
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